Destaques

O Chefe e o Líder: (in)diferenças

Será que a descrição atual de líder não é o mínimo esperado de um chefe (Gestor)?

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Executive Coaching!? Pra quê? Pra quem? Com quem?

Você já deve ter ouvido e lido muita coisa sobre a prática de Executive Coaching, certo? Mas você sabe para quê, para quem e com quem trabalhar o Coaching Excutivo? Claro que nossa intenção não é esgotar esse tema nesse breve paper, mas sim, trabalhar alguns dos pressupostos do Executive Coaching. Então, vamos começar por algo que ouvimos muito...

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Você é capaz de ler o ar?

Recentemente li o livro The Culture Map de Erin Meyer. Trata-se de uma obra fantástica para se abordar diferenças culturais nos negócios e seus impactos sobre nossa forma de se comportar e entender a diversidade. Ao abordar aspectos comunicacionais, a autora, que é consultora e professora de uma das melhores escolas de negócios do mundo – a INSEAD, ressalta um aspecto muito interessante para profissionais dos diversos níveis hierárquicos das organizações.

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Análise de potencial

Aos Executivos interessados na identificação e indicação de Talentos através da Análise de Potencial.

Este breve ensaio busca apresentar a evolução das definições de talento e o reconhecimento do potencial de profissionais para ocupação de posições e funções de maior complexidade no decorrer da trajetória de carreira. Desse modo, a intenção não é esgotar, mas apontar caminhos para responder a questão:

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Trajetória de Carreira: o efeito das circunstâncias

Na última semana, durante uma discussão com executivos a respeito de dimensões contemporâneas sobre carreira, Laura, uma das participantes fez uma consideração pertinente, que nos remeteu a reflexões importantes:

"Marcos, estamos realmente diante de um cenário que exige mudança significativa em todo o processo de gestão de pessoas,a começar pela atração e recrutamento.

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Fazer somente o que eu gosto? O fenômeno do Filter Bubble e sua carreira profissional

Há algum tempo atrás me deparei com a teoria do autointitulado “ativista da internet” Eli Pariser batizada de Filter Bubble[1]. Esta teoria baseia-se na ideia de que quando fazemos uma pesquisa na internet por um site de busca, como Google, por exemplo, na realidade não acessamos todo o conteúdo, mas sim um fragmento de todo o conteúdo que é determinado pelo algoritmo que filtra os resultados utilizando critérios como nossa localização geográfica, compras feitas pela internet, perfis em redes sociais,

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Cinco sintomas da regressão profissional: o fim da estagnação

 Estou estagnado na minha vida profissional” disse um dos meus coachees a mim em uma das sessões. Esta frase me causou momentos de muita reflexão e incômodo e hoje entendo porque. Pois creio que a estagnação na vida profissional dentro das organizações seja um mito, e um mito nocivo aos profissionais crentes neste fenômeno. No atual contexto é impossível alguém classificar-se como “estagnado”, este movimento simplesmente não existe. Ou você progride ou regride.

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Carreira de gestão: o gestor como negociador dos contratos psicológicos

Recentemente defendi minha tese de doutorado na USP investigando o tema “contratos psicológicos de trabalho”. Basicamente falamos de contratos psicológicos para indicar um acordo existente de forma implícita sendo que seu conteúdo é subjetivo, existente na relação, e não dito.

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